Saiba o que fazer quando encontrar um animal silvestre na sua casa

Publicado em: 21/10/2020

A Reserva Ibirapitanga, como todos bem sabem, é composta pelo empreendimento residencial e pela RPPN Rio dos Pilões. A área natural que compõe o residencial é de extrema importância ambiental, sendo uma área de preservação permanente, ou seja, deverá ser eternamente conservada por obrigação legal!
Por ser uma área de mata, obviamente nos deparamos com vida silvestre, em tempos de queimadas e devastação da natureza é um privilégio morar ao lado de uma área preservada. Os habitantes dessa reserva, desde os menores animais até os maiores exemplares, têm direito à vida e aos recursos naturais, sendo TOTALMENTE proibido qualquer ato de importunação contra os mesmos, inclusive a apanha ou perseguição (LEI N° 5.197, DE 3 DE JANEIRO DE 1967). Estes conceitos também são apresentados no regulamento geral da APRI.


O que fazer quando encontrar um animal dentro de casa?


Caso o animal seja encontrado na área externa da residência e esteja apenas passando momentaneamente, o mais indicado é deixar o animal seguir seu caminho. 
Quando o animal é achado dentro da residência ou pode apresentar risco à saúde do morador, como o caso de animais peçonhentos ou agressivos, a SORI poderá ser acionada. Não sendo recomendado ao associado agir por conta própria, assim podendo causar danos à própria saúde ou a do animal. 
O morador que tiver medo ou se sentir ameaçado pode mudar de cômodo e aguardar a ação da equipe de segurança.


Mas como saber se o animal é peçonhento?

No caso das serpentes não se deve tentar identificar, a segurança do residencial deverá ser acionada para recolher o animal, eles estão preparados para essa ação, o animal não deve em hipótese alguma ser ferido ou morto. A tentativa de conter, ferir ou matar algum animal pode gerar inclusive um ataque, o qual não aconteceria naturalmente. Lembrando que os únicos répteis dotados de presas inoculadoras (peçonhentos) são as serpentes, lagartos NÃO injetam veneno com exceção de uma espécie da Nova Zelândia, portanto esses animais não representam perigo no residencial.
Sapos, rãs e pererecas podem ter glândulas de veneno, contudo esse mecanismo de defesa é efetivo apenas quando o animal está sendo mordido ou predado, a toxina precisa entrar em contato com a mucosa para causar danos. Além de tudo esses animais não têm a capacidade de jorrar ou disparar jatos da toxina.
Aranhas e escorpiões dificilmente apresentam quadros graves em adultos, já em crianças os efeitos podem ter agravantes. Por isso é aconselhável olhar os sapatos e camas dos pequenos.
E os mamíferos?
Alguns mamíferos podem ser portadores de zoonoses (doenças que acometem animais e humanos). Logo não é indicado manusear esses animais, alguns canídeos e morcegos podem transmitir o vírus da raiva, por exemplo, a maioria dos morcegos se alimenta de pólen ou frutos, então dificilmente atacariam humanos. 
Portanto, ao avistar um animal silvestre dentro do seu lote que represente perigo, entre em contato com a SORI, eles estarão prontos para resolver o problema.

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